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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

O Jornal Badaladas, na sua edição de 25 de Novembro, escreve sobre o Jantar Palestra do Rotary Club de Torres Vedras

 

Em jantar debate do Rotary Club de Torres Vedras

João Salgueiro defende uma atitude diferente para o país

 

 

O economista João Salgueiro defendeu na noite do passado dia 15 em Torres Vedras, durante a realização de mais um jantar debate do Rotary Clube torriense, que "isto já lá não vai apenas com sacrifícios".

 

Na óptica do ex-ministro de Estado, das Finanças e do Plano do oitavo Governo constitucional "é preciso um novo paradigma de desenvolvimento", que passa obrigatoriamente por uma "atitude diferente de todos nós".

 

Partindo do reconhecimento de que o Oeste é ainda uma região com "fortes potencialidades" no conjunto do país, o actual membro do Conselho Económico e Social mostrou-se no entanto "mais optimista hoje do que há um ano". Justificando que "a crise das dívidas soberanas marca um antes e um depois na forma de estar dos portugueses".

 

Taxativo, rematou então que "para vivermos como europeus, temos de nos organizar enquanto tal, ou seja, como europeus". Assumindo-se um "acérrimo crítico" em relação ã "cultura do pouco rigor, da improvisação e do incumprimento crónico" de Portugal, João Salgueiro acrescentou entretanto que "chega de adiar as reformas de que o país necessita".

 

E alertou: "se queremos ter futuro, é preciso mudar urgentemente do paradigma da ostentação para o do desempenho". Ambição, auto-confiança, disciplina, coragem e determinação foram alguns dos desafios que deixou à assembleia que o escutava atentamente em mais um jantar debate promovido pelo Rotary Club de Torres Vedras.

 

Antes de terminar, o também vogal do Fundo de Garantia de Depósitos e colaborador da Faculdade de Economia da Universidade de Lisboa disse que "tem de haver uma maior fiscalização por parte da Assembleia da República aos actos do Governo".

 

Fonte: Jornal Badaladas

Autor: Fernando Miguel 

publicado por RC Torres Vedras às 15:05
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Sábado, 16 de Julho de 2011

Isabel Puga é a nova presidente do Rotary Club das Caldas

 

O Rotary Club das Caldas da Rainha realizou, no passado dia 4, no restaurante Lareira, a sua reunião festiva de transmissão de tarefas. Nesta cerimónia o actual presidente do clube, Nuno Ribeiro, passou o testemunho à companheira Isabel Puga.

 

O evento contou com a presença de cerca de meia centena de companheiros, companheiras, amigos e familiares e marcou o fim do Ano Rotário 2010/2011 e o início de um novo ano em que os rotários das Caldas irão continuar a realizar as suas actividades de solidariedade social, nomeadamente nos tempos difíceis que o país atravessa.

 

Nuno Ribeiro, presidente de 2010/2011, fez um “balanço bastante positivo” do seu mandato, uma vez que “a execução dos projectos do clube foi bem sucedida e com relevância na comunidade”. O rotário destacou a distinção feita a João Bonifácio Serra, que foi profissional do ano. Referiu-se ainda aos prémios escolares, num valor superior a três mil euros, atribuídos aos melhores alunos, e à entrega de uma bolsa de estudos a uma aluna carenciada que frequenta o ensino superior.

 

Recordou o prémio Teixeira Barroca, no valor de 500 euros, atribuído pelo Rotary Club das Caldas da Rainha e pela Fundação Rotária Portuguesa, a David Mourato, licenciado em Som e Imagem, que foi o melhor aluno da ESAD no ano de 2010.

 

Nuno Ribeiro falou noutra acção de solidariedade que está a ser levada a cabo por este clube e que consiste na ajuda a Cláudia Sousa, uma jovem residente em Óbidos, de 18 anos, que tem uma lesão cerebral e deficiência mental profunda e precisa de uma cadeira de rodas adaptada, cujo valor ultrapassa os seis mil euros. No espaço de um mês os rotários das Caldas conseguiram angariar cerca de quatro mil euros e a cadeira já foi encomendada.

Nuno Ribeiro lamentou, contudo, não ter aumentado o quadro social do Rotary Club das Caldas, que continua com 17 elementos.

A nova presidente, Isabel Puga tomou posse com o habitual momento protocolar da transferência do colar e pin de presidente, e no seu discurso apresentou os projectos para este ano, revelando que o clube vai dar continuidade à sua própria agenda, e que continuará a servir a comunidade, num futuro que “se prevê difícil com o desenvolvimento das várias carências que tem vindo a surgir”. Pretende ainda aumentar o quadro social, cativando jovens e mulheres para o clube.

 

Segundo a nova responsável, este será um “novo ano de partilha, de companheirismo e de afirmação do nosso movimento, procurando dignificar os ideais rotários, trabalhando com instituições públicas e privadas”.

 

O Rotary Club das Caldas, ao fim de 58 anos, inicia uma nova experiência, com uma mulher na presidência deste clube, que foi sempre liderado por homens. “Somos todos muito unidos e eles aceitam muito bem o meu lugar de destaque como presidente do clube e acho que o meu mandato vai correr muito bem”, disse Isabel Puga.

 

Durante a reunião festiva houve vários convidados, nomeadamente representantes de outros clubes rotários, que felicitaram a nova presidente. O vereador Tinta Ferreira, em representação da Câmara das Caldas, voltou a agradecer ao clube das Caldas pelas iniciativas que tem levado a cabo em prol da comunidade. Relatou que é nestes tempos difíceis de crise que “as pessoas ficam mais solidárias umas com as outras”, dando o exemplo de um grupo de encarregados de educação que se prontificou a pintar a escola do Bairro da Ponte.

 

Fonte: Jornal das Caldas

           Marlene Sousa

publicado por RC Torres Vedras às 06:10
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

Notícia no Badaladas de 24 de Junho: Carlos Feliciano homenageado em jantar-surpresa

 

Carlos Feliciano, conhecido empresário torriense há mais de 30 anos ligado ao ramo dos seguros, foi surpreendido com um jantar de homenagem de colegas de trabalho, amigos e familiares, no passado dia 14, no restaurante ValeOásis (A dos Cunhados).

 

 

O encontro, organizado pela filha mais velha do homenageado, Ana Feliciano, teve como propósito assinalar o seu percurso profissional e a sua saída como actual gerente da Companhia de Seguros Liberty de Torres Vedras, por motivos de reforma, o que acontecerá entretanto no dia 30 deste mês.

 

Carlos Feliciano foi levado ao restaurante a pensar que ia jantar com a sua equipa de trabalho, que também colaborou na organização da surpresa, mas ao invés disso foi dar com uma sala cheia de caras conhecidas. Gente vinda de norte a sul do país, colegas e amigos que o empresário foi fazendo ao longo da sua vida profissional e que quiseram fazer da despedida um momento inesquecível.

 

Carlos Feliciano assistiu bastante comovido ao discurso "esmagador" das duas filhas, Ana e Marta Feliciano, que em breves instantes deixaram transparecer todo o amor de uma vida, admiração e orgulho que sentem pelo progenitor. E pode um homem que é pai desejar um momento maior? Dificilmente! Rodeado pelo carinho da família e pela amizade dos colegas, Carlos Feliciano mostrou-se "o homem mais feliz do mundo depois do dia de hoje".

 

Considerado um "exemplo profissional e humano", com "uma dedicação extraordinária, um profundo sentido de lealdade e um trabalhador que é uma autêntica formiguinha", Carlos Feliciano assistiu com lágrimas no canto do olho aos discursos que se seguiram. Representantes da administração da Liberty, dos mediadores, dos gerentes, amigos, colegas, foram muitos os que quiseram deixar uma palavra amiga e de reconhecimento.

 

Carlos Feliciano vai iniciar entretanto um novo ciclo, com a abertura de uma empresa familiar no mesmo ramo de negócio, com a colaboração da filha mais velha. E irá continuar ligado à seguradora torriense, nomeadamente a dar apoio ao novo gerente, Paulo Costa, "uma pessoa cheia de força, que assume a responsabilidade de levar a companhia para a frente", sublinhou o homenageado.

 

Emocionado pelo calor humano da sala, Carlos Feliciano agradeceu a todos, recordou pessoas e momentos especiais 

 

Fonte: Jornal Badaladas, escrito por: EUNICE FRANCISCO
eunicefrandsco@badaladas.pt 

 

Nota da Redação do "Blog" do Rotary Club de Torres Vedras:

 

Carlos Feliciano é um dos mais dinâmicos rotários do Rotary Club de Torres Vedras, este ano com a função de Director da Comissão de Novas Gerações, foi Presidente do Clube no ano Rotário de 1997/98

publicado por RC Torres Vedras às 19:09
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

O Jornal Badaladas, na sua edição de 27 de Maio, escreve sobre o Jantar Palestra do Rotary Club de Torres Vedras

  

Rotary Club de Torres Vedras realizou mais um jantar festivo com palestra

Ministra da Saúde falou aos rotários

 

Como habitualmente o Rotary Club de Torres Vedras organizou mais um jantar palestra na terceira terça-feira do mês, no passado dia 17. Desta feita a convidada principal foi a ministra da Saúde, Ana Jorge, que veio “encerrar” um ciclo de iniciativas que os rotários torrienses tinham vindo a fazer na área da saúde.

O responsável pelos serviços à comunidade contextualizou as várias iniciativas que o clube realizou desde Janeiro, com uma palestra sobre retinopatia diabética proferida pelo médico oftalmologista José Henriques, e os rastreios visuais efectuados nos meses seguintes, que abrangeram cerca de mil crianças nos agrupamentos de escolas de Campelos, Maxial e Freiria. Essas acções rotárias culminaram naquele dia com a entrega de equipamento para a sala de podologia à USF Arandis (ver texto em cima) e a oferta à Associação dos Reformados de Torres Vedras de uma cadeira de rodas.

A palestra do jantar foi subordinada ao tema “Terapia Ocupacional”, uma iniciativa do Rotaract de Torres Vedras (grupo que está em formação e agrega jovens de 18 a 30 anos), que teve como oradoras Marta Feliciano, Lisa Melo, Mariana Ventura e Sara Pereira. As jovens recém-licenciadas mostraram o dia-a-dia de uma terapeuta e os sectores em que desenvolvem o seu trabalho: crianças/adolescentes, saúde mental, reabilitação física, cuidados continuados e cuidados paliativos.

O presidente da Fundação Rotária Portuguesa fez referência ao papel da instituição no país e no mundo com a angariação de fundos para o programa de erradicação da poliomielite em parceria com a Organização Mundial de Saúde e a Fundação Melinda e Bill Gates.

A finalizar o encontro rotário, Ana Jorge enalteceu as ofertas e as actividades que o Rotary fez no âmbito da saúde e relembrou que a USF Arandis foi uma das primeiras unidades daquele género a ser criada em Portugal: “A diabetes é um flagelo no nosso país e a oferta deste equipamento vem ajudar a que mais pessoas tenham qualidade de vida”, afirmou recordando que em casos extremos a diabetes pode levar à amputação de membros.

A governante pegou nas palavras do orador anterior e informou que a poliomielite “não existe, neste momento, em Portugal” mas como todas as doenças, e deu o exemplo vindo a público no passado dia 16 de que existe um surto de sarampo em território europeu e que dois casos haviam sido detectados em portugueses que tinham estado em outros países, podem eventualmente aparecer em casos pontuais devido a estadas em territórios que ainda não tenham controlado a doença através da vacinação.

A ministra elogiou também o trabalho apresentado pelas jovens terapeutas que demonstraram o quanto é importante a actividade que permite a muitos cidadãos readquirirem alguma da mobilidade que tinham perdido por situações várias: “na área da saúde este é um trabalho fundamental que ajuda muitas pessoas a adquirir competências que usualmente fazemos de forma natural”. A concluir Ana Jorge voltou a elogiar o Rotary Club e o trabalho que realizam na comunidade.
 

Fonte: Jornal Badaladas

Autor: Vanessa Lourenço

 

publicado por RC Torres Vedras às 20:57
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O Jornal Badaladas, na sua edição de 27 de Maio, escreve sobre oferta do equipamento para a Sala de Podologia concretizada pelo Rotary Club de Torres Vedras

 

Rotary Club de Torres Vedras desafiou mecenas a ajudarem Unidade de Saúde Familiar
USF Arandis recebeu equipamento de podologia

O passado dia 17 foi de grande importância para a Unidade de Saúde Familiar (USF) Arandis com a entrega oficial do equipamento para a sala de consultas de podologia oferecido pelo Rotary Club de Torres Vedras, com o auxílio da Liberty Seguros, Fernando Alves (Construtorres) e a Fundação Rotária Portuguesa.

A nova sala de podologia, que inicia funções a um de Junho, vai permitir que a USF Arandis possa dar melhor apoio aos cerca de 800 utentes que necessitam daquelas consultas. Segundo apuramos com a oferta dos rotários torrienses vai ser possível destinar 14 horas por semana para o tratamento, o que em traços gerais vai permitir consultar cerca de 46 doentes por semana.

Na sessão de entrega do equipamento (cadeira e micromotor próprio para o tratamento do pé), Rosário Santos, médica responsável pela USF Arandis, verbalizou “a gratidão que não tem limites” pela oferta rotária. A médica relembrou que em tempos a USF partilhou o equipamento existente no Centro de Saúde e que está numa sala na cave. O director do Agrupamento de Centros de Saúde Oeste-sul, Eduardo Mendes, agradeceu a atenção dos benfeitores e relembrou que a responsabilidade social “não é só uma necessidade em tempos de crise, como os actuais, mas que se deve prolongar”.

Por sua vez o presidente do Rotary Club de Torres Vedras, João Pereira, afirmou que esta foi mais uma maneira de colocar em prática o lema da instituição – Dar de si antes de pensar em si – e que a iniciativa não foi mais que “fazermos aquilo que nos vai no coração”.

A médica Rosário Santos aproveitou o momento para agradecer aos utentes que colaboraram numa exposição de trabalhos de croché, que estava patente até àquele dia na sala de espera da USF, tendo-lhes sido ofertado um diploma de participação e solicitou-lhes que continuassem a colaborar com aquela unidade e cooperando nas actividades, tornando aquele espaço mais familiar.

A importância da podologia

A podologia é uma ciência na área da saúde que analisa e investiga o membro inferior e tem como objectivo o diagnóstico e a terapêutica das patologias que afectam o pé e as suas repercussões no organismo humano. Na USF Arandis serão acompanhados essencialmente doentes diabéticos porque, segundo informação da Associação Portuguesa de Podologia: “o pé diabético é uma consequência da Diabetes, com risco significativo no aparecimento de úlceras (feridas) e de amputações. A atenção e tratamento especializado e criterioso dos pés dos diabéticos é essencial para evitar graves complicações”.

Essa especialidade clínica não pode ser confundida com o tratar de calos ou de unhas do pé, já que trata de fazer o diagnóstico da patologia e prevenir alterações não corrigidas, as múltiplas agressões e as manifestações nefastas no pé. O estudo e tratamento preventivo da doença evita o aparecimento de algumas lesões, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida desses doentes. 

 

Fonte: Jornal Badaladas

Texto: Vanessa Lourenço

publicado por RC Torres Vedras às 20:45
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011

O Jornal Badaladas, na sua edição de 29 de Abril, escreve sobre o Jantar Palestra do Rotary Club de Torres Vedras

 

Rotary de Torres Vedras promoveu mais um jantar-debate 

Uma verdadeira aula de História sobre a Europa medieval

 

Pedro Gomes Barbosa, historiador e docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi o palestrante convidado do último jantar-debate realizado pelo Rotary Club de Torres Vedras no passado dia 19. A “Europa medieval: o início de uma identidade” era o tema proposto para análise naquela noite.


Depois da habitual “saudação às bandeiras”, do tradicional momento de “protocolo”, do repasto propriamente dito e já com o café servido teve então início a alocução do orador, que começou por definir o que é isso de Europa. Ou seja, um conceito de “unidade física e mental” entre diversas nações e povos específicos onde o cristianismo está na base.

Nesse mosaico e labirinto de povos e de ideias a cristandade teve, por assim dizer, um papel aglutinador e cimentador dessa mesma unidade própria, que começou por ser “inventada” na Idade Média.

Nasce assim a noção de “pertença ao colectivo” e de “acção pedagógica” do conceito de “urbanidade” e de “civilização”, em que as “ordens monásticas”, com destaque para as de São Bento e São Bernardo, exerceram particularmente uma “influência” fundamental na sua consolidação.

A unidade na diversidade é pois uma ideia que vai prevalecendo e a Europa entende que só sobreviverá se se mantiver essa unidade, quer política quer ideológica, quer mental quer religiosa.

A escola pública, as universidades, os progressos na saúde, o comércio e o conceito de lucro foram ainda outras das ideias que o palestrante abordou na sua intervenção, para quem a Idade Média não foi uma “idade das trevas” ou da “escuridão”, como muitas vezes por aí se afirma.

 

Autor: Fernando Miguel

 

publicado por RC Torres Vedras às 18:50
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Sábado, 2 de Abril de 2011

Rotary em Acção - Jornal de Março 2011



publicado por RC Torres Vedras às 08:25
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Sexta-feira, 25 de Março de 2011

O Jornal Badaladas, na sua edição de 25 de Março, escreve sobre o Jantar Palestra do Rotary Club de Torres Vedras

 

Bombeiros como instrumento de cidadania

 

O Rotary Club de Torres Vedras organizou mais uma renião com palestra, no passado dia 15, desta vez com a presença de Duarte Caldeira, presidente do conselho executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, que falou sobre “Associações humanitárias de bombeiros - um instrumento de cidadania”. Presentes como convidados estiveram ainda vários presidentes de Juntas de Freguesia e representantes dos bombeiros e associações de socorros do concelho de Torres Vedras, atendendo ao tema da palestra, assim como representantes de outros clubes rotários, nomeadamente da Amadora e de Lisboa-Centro, e José Augusto de Carvalho, da Escola Nacional de Bombeiros.

 

 

Na sua alocução, Duarte Caldeira começou por se referir ao historial das associações humanitárias de bombeiros em Portugal, referindo-se à de Lisboa como a primeira no país. Hoje, só cinco concelhos não possuem associações de bombeiros voluntários, quatro nas regiões autónomas e apenas uma no continente, Castro Marim. Referiu ainda que Portugal é o único país do mundo que possui bombeiros voluntários enquadrados em associações humanitárias (existem noutros países mas dependem de autarquias), existindo apenas uma experiência no Brasil, no estado de Santa Catarina. Duarte Caldeira debitou ainda outros dados sobre os bombeiros, ao revelar que 87 por cento dos serviços de socorro ou emergência no país são garantidos por associações humanitárias, envolvendo um total de 57 mil bombeiros voluntários. São 970 mil serviços e cerca de 400 vidas salvas todos os anos.

“Para além do socorro, é uma questão de cidadania organizada, são os cidadãos auto-organizados”, disse o orador, lembrando que aquelas instituições de utilidade pública têm também uma função cultural e social, através de bandas de música, grupos de teatro e apoio social às populações mais desfavorecidas. “São também instituições de apoio médico”, revelou Duarte Caldeira, referindo-se às 115 associações que têm posto clínico, com dezenas de milhares de consultas e tratamentos disponíveis para as populações. “A relação dos bombeiros com as populações é de solidariedade”, recordou o orador, que lamentou não ser ainda reconhecido o trabalho voluntário em termos de produtividade.

Hoje também existe mais exigência por parte da população relativamente aos bombeiros, disse Duarte Caldeira, sublinhando as mudanças que têm sido operadas nos últimos tempos na sociedade. Por isso, “quando um bombeiro voluntário tem o compromisso de estar de serviço durante a noite, não pode falhar, porque se isso acontecer é a população que está em risco”, advertiu.

 

Autor:Joaquim Ribeiro

Jornal Badaladas

 

 

publicado por RC Torres Vedras às 13:49
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

O Jornal Badaladas, na sua edição de 25 de Fevereiro, escreve sobre o Jantar Palestra do Rotary Club de Torres Vedras

 

Rotary aborda empreendedorismo social

 

Com cerca de 80 participantes, realizou-se no passado dia 15 mais um jantar-debate organizado pelo Rotary Club de Torres Vedras, desta vez com a intervenção de Miguel Alves Martins para dissertar sobre o tema “As novas gerações e o empreendedorismo”.

Perante uma assistência onde pontuavam também representantes da Escola de Serviços e Comércio do Oeste, da Escola Profissional Agrícola de Runa e do Agrupamento de Escolas do Maxial, o presidente da direcção do Instituto de Empreendedorismo Social começou por fazer o diagnóstico actual, definindo depois o conceito de empreendedorismo social.

Este refere-se aos trabalhos realizados pelo empreendedor, pessoa que reconhece problemas sociais e tenta utilizar ferramentas empreendedoras para resolvê-los. O mesmo difere do denominado empreendedorismo tradicional, pois tenta maximizar retornos sociais ao invés de maximizar apenas o lucro.

De forma mais ampla, o termo pode referir-se ainda a qualquer iniciativa empreendedora feita com o intuito de avançar causas sociais e também ambientais. A iniciativa pode englobar tanto a criação de um centro de saúde numa aldeia onde não exista nenhuma assistência à saúde, como a distribuição de remédios gratuitos para a população pobre.

Embora o conceito seja relativamente recente, o empreendedorismo social é uma actividade já bem antiga e com vários exemplos ao longo da História. Durante os séculos XIX e XX, por exemplo, os empreendedores sociais melhor sucedidos promoveram avanços quanto a serviços públicos nas áreas da saúde e educação junto à sociedade civil, ou ao governo e ao mundo dos negócios.

O empreendedor visa por conseguinte a maximização do capital social através de relações de confiança e respeito já existentes para realizar depois iniciativas, programas e acções que permitam a uma comunidade, cidade ou região o seu próprio desenvolvimento de maneira sustentável. Ele faz esses avanços disseminando tecnologias, aumentando a articulação de grupos produtivos e estimulando a participação da população na esfera política, ou ampliando o “espaço público” dos cidadãos em situação de exclusão e risco.

Para tanto utiliza técnicas de gestão, inovações produtivas, técnicas de manejo sustentável de recursos naturais e criatividade para fornecer produtos e serviços que possibilitem a melhoria da condição de vida das pessoas envolvidas e beneficiadas, através da acção dos empreendedores sociais externos e internos à própria comunidade.

Como “tudo começa e acaba em nós”, o orador daquela noite deixou o desafio à assistência que atentamente o escutava de que “é preciso ser-se mais activo no seio da sociedade”, começando a acabando por implementar sempre “valores e princípios” considerados fundamentais também no sector social. Assistiram ainda ao jantar-debate a vereadora Ana Umbelino, da Câmara de Torres Vedras, e o vice-  -presidente da Câmara da Lourinhã, João Duarte. Como outros clubes rotários convidados estiveram presentes os das Caldas da Rainha, Amadora e Lisboa-centro.

 

Escrito por: Fernando Miguel

www.badaladas.pt

 

publicado por RC Torres Vedras às 16:34
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

O Jornal Badaladas dá notícia, sobre o rastreio visual promovido pelo Rotary Club de Torres Vedras

 

Nos passados dias 4 e 7, sexta e segunda-feira respectivamente, o Rotary Club de Torres Vedras levou até ao Agrupamento de Escolas de Campelos a possibilidade daquela comunidade participar num rastreio visual.

 

Foram realizados 346 rastreios a alunos do 1 °, 2° e 3° ciclos com idades compreendidas entre os seis e os 17 anos. Alguns professores também participaram na iniciativa, dando o exemplo aos mais novos.

 

Dos rastreios realizados, os dois técnicos da empresa Oculista Central Torreense, que colaboraram na iniciativa, aconselharam 28 participantes a fazer um exame mais completo num especialista; 39 já utilizavam óculos e foram aconselhados a actualizar as graduações das lentes; foram detectados 12 casos graves.

 

O rastreio foi coordenado pelo rotário Luís Perdigão e estiveram presentes na acção João Pereira, presidente do Rotary Club de Torres Vedras, Carlos Reis e Carlos Alberto Marques, também eles rotários. A iniciativa vem na sequência de várias actividades do Rotary torriense que visam a prevenção e alertar para situações graves na comunidade municipal.

 

Fonte: BADALADAS, 18 Fevereiro 2011

publicado por RC Torres Vedras às 16:43
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