"Esta foi a melhor sessão plenária da Convenção", disse Gertrude Akpalo, diretora de atividades pró-juventude do Rotary Club de Accra Leste, Gana. "Todos os oradores sobre Novas Gerações passaram a mensagem clara de que devemos engajar os jovens para mantermos A nossa organização viva."
A quarta sessão plenária, realizada em 4 de junho, teve enfoque no futuro da nossa organização e contou com a participação de jovens oradores que falaram sobre nossos programas educacionais e para as Novas Gerações.
Ramkumar Raju, representante do Rotaract do Distrito 3230 (Índia), teve um papel fundamental no planeamento da Conferência Presidencial das Novas Gerações de Chennai, em outubro, que atraiu cerca de 3.000 participantes e entrou para o livro Guinness de recordes, por ter organizado a maior mão formada por pessoas.
"O impacto deste projeto foi tão grande que mais de 2.000 novos rotaractes se juntaram ao nosso distrito", disse Raju. "Queríamos mostrar ao mundo que somos agentes de mudança, e acredito que nós conseguimos isso."
Ronald Kawaddwa tem 33 anos de idade e é associado do Rotary Club de Kasangati. Ele disse que seu trabalho como presidente de Comissão das Novas Gerações do Distrito 9211 (Uganda) fez dele um otimista sobre o que os jovens podem alcançar, e que o futuro do Rotary depende da capacitação de seus associados jovens.
A bolsista Kelsi Lopatecki Cox é um excelente exemplo do que pode acontecer quando você cultiva os contatos com os jovens. No seu discurso, ela defendeu a tecnologia e a educação como formas de combater a pobreza e o subdesenvolvimento em comunidades rurais. Ela é coordenadora do programa Digital Learning Room, um projeto que leva tecnologia para as escolas no sul do Pacífico. "Os desafios enfrentados por nosso mundo são grandes, e eles não vão desaparecer do dia para a noite, mas nós podemos criar as oportunidades", disse Cox."
K.R. "Ravi" Ravindran, do Rotary Club de Colombo, Western Province, Sri Lanka, foi eleito o presidente do Rotary International de 2015-16, dizendo que aceita "esta oportunidade única com grande alegria e humildade".
Ravindran reconhece que o Rotary está em um período importante de sua história. "A batalha que assumimos contra a pólio é lenta, mas está chegando ao fim. Vamos continuar a alcançar milhares de pessoas com nossos serviços humanitários", afirmou ele.
Ele incentivou os rotários a se comunicarem melhor e aproveitarem os nossos recursos para fazer a Marca do Rotary "brilhar mais, especialmente fora de nossa organização".
No encerramento da quarta sessão plenária, os participantes tiveram a oportunidade de ver uma antevisão da nossa Convenção de 2015 em São Paulo, Brasil. A Comissão Anfitriã compartilhou um pouco da cultura brasileira, incluindo uma apresentação de dança e um vídeo do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, convidando todos para a Convenção.
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Rotary News
É muito mais fácil convencer alguém mostrando algo concreto, em vez de argumentar sobre um fator invisível, como o amor, a vontade, a sutileza. A matemática, a física, a engenharia são ciências exatas onde as respostas são definitivas e não consideram o sentimento humano nas suas conclusões, muito embora todas elas existam para melhorar as nossas vidas.
É muito comum que grupos criem as suas regras para minimizar os conflitos pessoais. Isso ocorre também nos clubes de Rotary. Mas com o passar do tempo, muitas vezes não rever essas regras pode ser uma grande e perigosa armadilha para o futuro do clube. A flexibilidade e o fator humano, visando o melhor relacionamento dos associados, devem prevalecer, respeitando sempre os valores do grupo.
Considero o conhecimento como um dos fatores invisíveis fundamentais para o fortalecimento do clube. O conhecimento pode ser o da nossa organização, determinante para a tomada de decisões em vários aspectos, mas pode ser também o individual, o patrimônio de cada companheiro, muito importante para o êxito no serviço à comunidade, tanto no desenvolvimento de projetos sustentáveis como para a valorização da nossa imagem.
O conhecimento do que somos e o que fazemos no nosso clube, por parte dos novos associados, será um fator fundamental para a fixação deles no Rotary. Embora a nossa organização desenvolva inúmeras atividades relevantes, o novo associado vivenciará o que ocorre no seu clube, assim teremos mais sucesso na sua permanência, se ele entender o que poderá oferecer ao Rotary, na sua comunidade.
A Visão de Futuro é outro fator invisível, essencial para o fortalecimento dos clubes e que é percebido de forma diferente em cada companheiro. Como indivíduos, já na adolescência, pensamos como seremos e como será o mundo quando nos tornarmos adultos. Como clube, esse exercício de pensamento é mais complexo, mas determinante para o seu futuro – e será um fator de engajamento de novos associados. Um clube que conhece os seus valores tem a sua visão, missão e metas claras, agregará facilmente profissionais com o mesmo objetivo e será produtivo. Quem não gosta de integrar uma equipa vencedora?
Outro grande fator invisível é o interesse da participação familiar nas atividades do clube, por meio dos programas do Rotary, como o Intercâmbio de jovens, o Rotaract, o Interact, o Rotary Kids e as Associações de Famílias. Essa força familiar torna-se visível no momento em que o novo associado consegue a adesão de seus familiares. O envolvimento da família torna o novo associado mais forte e interessado em desenvolver as suas habilidades em favor do Rotary. Os clubes que mantêm programas que envolvem a família conseguem reter mais associados e crescem com mais consistência.
Acrescento a inovação como outro fator invisível para a manutenção de associados nos nossos clubes. A inovação é fazer melhor, atendendo as expectativas das pessoas. Rever procedimentos, perceber as novas tendências de comportamento do mundo e aplicá-las nos nossos clubes são atitudes determinantes para a adesão de novos associados e, também, para motivar os atuais.
Existem, ainda, mais fatores invisíveis, que podem ser percebidos por uma liderança motivada e sensível, convergindo os companheiros para um clube atual, dinâmico, forte e transformador de vida.
É mais difícil enxergar o invisível, mas é a percepção dele que contribuirá para a visibilidade do seu clube interna e externamente.
* O autor é Marcos Franco, escritor, administrador de empresas, associado ao Rotary Club de Santos-Oeste e governador 2010-11 do distrito 4420.
Publicado no Brasil Rotário
Sir Emeka Offor, um homem de negócios bem-sucedido e filantropista, anunciou no palco da nossa Convenção em Sidney que irá doar US$1 milhão à Fundação Rotária para financiar atividades de erradicação da pólio. Ele é associado do Rotary Club de Awka GRA e embaixador do programa Pólio Plus do Rotary na Nigéria.
Offor, que é vice-chair-executivo do Chrome Group, já contribuiu mais de US$3,1 milhões ao Rotary para ajudar a eliminar a doença. Ele falou na terceira sessão plenária da Convenção, nesta terça-feira, que tem um compromisso pessoal para lutar contra a paralisia infantil. "Muitos dos meus amigos foram vítimas da pólio. Quando ainda jovem, eu prometi que um dia faria algo para livrar a Nigéria desta doença tão cruel."
Ele abriu um escritório em Abuja, sem ônus para o RI, para melhor conduzir suas atividades e para ajudar a Comissão Pólio Plus da Nigéria, que junto com o Afeganistão e Paquistão forma a lista dos três países onde a doença ainda é endêmica.
Apesar do grande progresso, com apenas dois casos registados nos últimos 12 meses, Offor afirma que a Nigéria enfrenta problemas de segurança e há dificuldade de acesso aos Estados do norte, restringindo o sucesso das campanhas de imunização. "O governo nigeriano, que conta com o apoio da comunidade internacional, está fazendo o possível para eliminar a onda de violência que assola a nação, incluindo sequestros e terrorismo. A paz facilitaria a erradicação da pólio na Nigéria, mas não podemos esperar pelo momento certo. Temos que encontrar todos os meios que nos ajudem a eliminar este mal agora."
A caminho de Sidney, Offor decidiu antes fazer uma paragem em Londres para comparecer à celebração End Polio Now realizada pelo Distrito 1130. Lá ele conheceu os sobreviventes da pólio Gautam Lewis, Anne Wafula Strike e Manoj Soma, os quais lhe contaram sobre como venceram as limitações impostas pela doença. Emocionado com os relatos, Offor convidou-os para ir com ele à Convenção.
Dentro de 12 horas os três estavam a bordo do avião. "É raro acontecer coisas assim, e quando elas acontecem, temos que agarrar a oportunidade", disse Lewis, fundador da Freedom in the Air. "Para Sir Emeka, as ações valem mais do que palavras. Ele faz o que diz, e seu comprometimento contra a pólio é verdadeiro."
Por Ryan Hyland
Rotary News
No segundo dia da Convenção do Rotary, os palestrantes falaram sobre liderança, contando histórias sobre sacrifícios e triunfos.
Palestrantes da sessão plenária: Jack Sim, fundador da World Toilet Organization; Martin Silink, presidente da International Diabetes Federation; Tommy Spaulding, ex-bolsista do Rotary e especialista undial em liderança; e Brett Lee, jogador de críquete australiano.
Jack Sim disse à plateia da sessão plenária que há mais telefones celulares no mundo do que banheiros. Segundo ele, apesar de aproximadamente 4 bilhões de pessoas não terem acesso a água limpa e saneamento, nós podemos ajudá-las através de empreendedorismo social. A organização dele ensina as pessoas a construírem e venderem banheiros.
Na apresentação a seguir, Martin Silink falou dos seus esforços para fazer com que as Nações Unidas adotem o diabetes como uma resolução, lembrando-nos da importância de sermos perserverantes diante das dificuldades. Apesar de ouvir a palavra "não" inúmeras vezes, os líderes da ONU finalmente ouviram o que ele tinha a dizer e declararam 14 de novembro como Dia Mundial do Diabetes. A ajuda de Sylvan Barnet, representante do Rotary junto à ONU durante 25 anos, foi importantíssima para fazer com que o sonho de Silink se tornasse realidade.
O Grupo Rotários em Ação pela Prevenção do Diabetes está conscientizando o público sobre o assunto visando incluir a prevenção e tratamento de doenças crônicas no próximo grupo de Objetivos do Milênio. A estimativa é que 382 milhões de pessoas em todo o mundo tenham diabetes tipo 2, número que aumenta em mais de 7 milhões todos os anos.
Tommy Spaulding, autor de best seller, falou sobre as dificuldades de crescer com deslexia e como o Rotary o ajudou a encontrar suas habilidades de liderança. O ex-participante de RYLA e bolsista do Rotary disse que seu coração está voltado aos serviços humanitários por influência dos rotarianos que conheceu em todo o mundo. "Paul Harris não iniciou uma organização. Ele começou um movimento", diz ele.
Brett Lee, o último palestrante da noite, é fundador da Mewsic India Foundation, entidade que oferece terapia musical a mais de 1.200 crianças na Índia. A inspiração dele veio da época em que era ateleta profissional e a música era a única coisa que conseguia reenergizá-lo depois de um dia difícil. Hoje, sua fundação recebe apoio de Rotary Clubs para levar música e motivar crianças em áreas remotas da Índia. Nos próximos anos, Brett pretende abrir 100 centros de música na Índia e expandir seus esforços para a Austrália.
Liderança também foi tópico em workshops da Convenção. O jovem empreendedor e rotariano Brenton Johnson falou sobre como causar mudanças sociais positivas através de esforços humanitários Maya Ajmera, ganhadora do Prêmio da Fundação Rotária por Serviços à Humanidade de 2014.
Os participantes aprenderam como ajudar as pessoas através de oportunidades para elas ajudarem a si mesmas. Por exemplo, Brenton disse que é mais provável que uma pessoa use e cuide de um mosquiteiro que tenha comprado do que de um que tenha ganhado gratuitamente.
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Adam Ross and Ryan Hyland
Rotary News
A Convenção Internacional em Sidney começou muito bem, com o governo da Austrália comprometendo-se a doar $100 milhões nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar a paralisia infantil.
Tony Abbott, primeiro-ministro australiano; e Mike Baird, premiê do Estado de Nova Gales do Sul, confirmaram o compromisso do país no combate da doença. Abbott tem sido alvo de críticas por conta do orçamento proposto, mas na Convenção ele foi aplaudido de pé. "Obrigado, mas não é o governo que deve ser aplaudido. São vocês quem merecem palmas pelo trabalho que fazem."
Antes de seu discurso, Abbott teve uma reunião com o presidente Ron Burton do RI, o secretário-geral John Hewko, e outros líderes da nossa organização, que lhe pediram encarecidamente o apoio contínuo da Austrália à causa, principalmente nos países endêmicos. O primeiro-ministro foi bastante receptivo e disse ser totalmente a favor de abrir caminhos que conduzam a um mundo mais saudável.
No seu discurso, Ron Burton foi enfático ao falar sobre a dificuldade do Rotary em conseguir um retorno justo do investimento que faz nos programas Intercâmbio de Jovens, RYLA, Rotaract e Interact. "O nosso fracasso nesta área deve-se somente a nós mesmos. Temos que atrair estes jovens aos Rotary Clubs antes de perdê-los. Cabe a nós fazermos o futuro do Rotary." O presidente concluiu parabenizando todos os rotários pelo magnífico trabalho para eliminar a pólio na Índia.
Tara Pullen, do Rotaract Club de Gunargarang, Austrália, gostou muito do discurso. "As palavras do presidente Burton me inspiraram. Tem vezes que o stress é grande demais, mas temos sempre que repensar nossas prioridades." Donald Young, do Rotary Club de Cromwell, Nova Zelândia, gostou da sinceridade do nosso presidente. "Acho que todos nós sabemos do problema que temos com um quadro associativo estagnado. Fiquei contente de ouvir o presidente falar tão abertamente sobre onde nos encontramos e o que devemos fazer para prosperar."
Muitos participantes expressaram seu contentamento com o anúncio da doação do governo australiano. "Fiquei emocionado quando ouvi que o governo encaminhará este dinheiro todo para combater a paralisia infantil", disse Bernd Egger, do Rotary Club de Halberstatd, Alemanha.
O quarteto pop australiano Human Nature, que se apresenta em Las Vegas, garantiu o entretenimento do evento. A reunião plenária foi encerrada com a apresentação das 213 bandeiras que compõem o mundo rotário. Por sinal, Mianmar foi acolhido como o mais novo país rotário.
Por Adam Ross e Ryan Hyland
Rotary News
Mais de 18.000 rotários de mais de 150 países estão em Sidney esta semana participando da nossa 105ª Convenção Internacional.
Fique por dentro da nossa Convenção:
Rotary International
Rotary Torres Vedras
Apresentação nos 30 anos do Clube
The Rotarian
Torres Vedras
União Europeia
Misericórdias:
Jornais Regionais