Último capítulo do fim da pólio
O provérbio “depois da tempestade vem a calmaria” é um incentivo para trabalharmos com mais afinco frente a adversidades.
Esta longa estrada da luta contra a pólio que estamos a percorrer não é nada fácil, mas quando chegarmos ao fim dela teremos conquistado algo maravilhoso, que durará para sempre.
Desde o lançamento do Pólio Plus imunizamos mais de dois bilhões de crianças e celebramos o declínio de 99% nos casos de poliomielite. Nestes últimos anos, o progresso que alcançamos no combate da doença foi tremendo.
Porém, por incrível que pareça, os últimos cem metros da maratona têm sido os mais difíceis de trilhar. O custo de continuarmos na batalha chega a quase US$1 bilhão por ano. Quando chegarmos ao ponto em que não estejam mais sendo registados nenhum caso de pólio, não podemos deixar o campo de batalha até a obtenção do certificado de um mundo livre da paralisia infantil, e este só será outorgado passados três anos do registro do último caso de pólio. Estamos bem próximos deste dia, mas para chegar lá temos que continuar na estrada.
Até a chegada deste dia histórico temos que continuar dando tudo de nós, sem perder o pique. Todo rotário precisa compreender o que é a pólio e por que estamos tão comprometidos com o seu fim. Devemos sempre enfatizar que se largarmos a luta perderemos todo o progresso que conquistamos, e não demoraria para que a poliomielite voltasse com força total a níveis vistos 30 anos atrás, quando mais de 1.000 crianças ficavam paralíticas diariamente. Se isso acontecesse, a pólio voltaria a ser uma epidemia e perderíamos uma oportunidade única.
Não podemos deixar que isto aconteça. Estamos nesta luta até o fim, pois realmente Falta Só Isto. A poliomielite é uma emergência de saúde global não por causa que seu fim esteja distante, mas, sim, por termos este fim ao alcance da mão.
D.K. Lee
Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Rotária
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