Todo ano, 6,9 milhões de crianças morrem antes de completar cinco anos. Quase dois terços delas – 4,4 milhões – morrem de doenças infecciosas que, em sua maioria, poderiam ser evitadas.
O que ocorreria se 1,2 milhão de rotários continuassem os seus esforços com serviços direcionados à água, ao saneamento, à saúde, fome e alfabetização, mas tendo as crianças em mente?
Se os rotários fornecerem telas com tratamento de inseticida, menos crianças sucumbirão à malária. Se construirmos poços e abordarmos os problemas de saneamento, mais crianças terão água limpa para beber e correrão menos riscos de contraírem doenças transmitidas pela água. E se os Rotary Clubs realizarem eficientes projetos de nutrição, poderemos salvar algumas das quase 2,6 milhões de crianças que morrem a cada ano desnutridas. Podemos fazer ainda mais, se proporcionarmos à comunidade uma parteira treinada, uma enfermeira que faça visitas frequentes, uma simples clínica ou um programa de alimentação escolar. Essas são iniciativas diretas que salvam vidas de crianças.
Crianças estão morrendo, não porque não podemos ajudá-las, mas porque com frequência ninguém as ajuda. Se cada um de nós fizer a sua parte, poderemos desafiar os altos números da estatística de mortalidade infantil e salvar a vida de milhares delas.
Em 2008-09, eu pedi aos rotários que abrissem seus olhos para as necessidades de crianças em comunidades próximas e distantes. Neste mês, o Rotary celebra o Mês das Novas Gerações, e não há melhor momento do que agora para se concentrar em oferecer a todas as crianças a oportunidade de ter o futuro que elas merecem.
D.K. Lee
Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Rotária
Rotary International
Rotary Torres Vedras
Apresentação nos 30 anos do Clube
The Rotarian
Torres Vedras
União Europeia
Misericórdias:
Jornais Regionais