
Aniversário do Rotary Club de Torres Vedras
"A transformar vidas há 44 anos”

O Rotary Club de Torres Vedras assinalou no passado dia 17 o seu 44º aniversário, durante um jantar festivo que marcou igualmente o 12º aniversário do Rotaract Club torriense, e que contou com a presença do vereador Nelson Aniceto, em representação da Câmara Municipal torriense.
Na ocasião, os rotários prestaram homenagem aos companheiros com mais tempo de serviço no club: António Ferreira Nunes, Fernando Santos e Luís de Sousa Lopes, pela sua dedicação e empenhamento em rotary. Considerados um exemplo e uma referência para os mais jovens, partilham mais de quatro décadas de envolvimento rotário e de trabalho em prol da comunidade. “Pessoas inspiradoras e amigas”, souberam “dar de si antes de pensar em si”, tal como indica o lema daquele movimento.
Marina Baginha, presidente do clube, homenageou os três companheiros com mais anos em Rotary, empresários e profissionais que continuam ainda hoje, volvidos 44 anos, a fazer a diferença. “O seu esforço e o seu empenhamento não foi em vão”, consideram os rotários, reconhecendo o legado dos sócios-fundadores e recordando na ocasião muitos outros companheiros já falecidos.
“A comunidade de Torres Vedras não seria a mesma sem o Rotary. Vocês transformaram vidas de forma positiva ao longo dos últimos 44 anos”, sublinhou o past-Governador, Paulo Martins. A celebrar o seu 12º anversário, o Rotaract de Torres Vedras partilhou o bolo de aniversário com os rotários e emblemou um novo elemento, o economista Henrique Santos, que espera “contribuir para o impacto que o clube e todos nós queremos causar na nossa comunidade”.
Paulo Taveira de Sousa, nomeado Governador para o Distrito 1960 (2024-2025), parabenizou o clube e apresentou uma breve comunicação sobre a “Importância da experiência em Rotary para os clubes e a comunidade”.
BADALADAS | 27 outubro 2023
EUNICE FRANCISCO

Rotary Club de Torres Vedras
Marina Baginha assume a presidência

Marina Baginha é a nova presidente do Rotary Club de Torres Vedras para o ano rotário de 2023/2024. A tomada de posse teve lugar no passado dia 20, durante o habitual jantar festivo de transmissão de tarefas, com a presença do governador do distrito rotário, Paulo Martins; a presidente do clube padrinho das Caldas da Rainha, Isabel Puga; e a vice-presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino.
José Luís de Sousa, presidente cessante, passou em revista o ano em que teve “a honra de servir” e recordou as diversas atividades promovidas pelo clube em prol da comunidade torriense. Assumiu a presidência “num período difícil”, com o abrandamento da pandemia e o início da guerra na Ucrânia.
Foi, segundo os seus companheiros, um presidente “motivador e envolvente”, ao longo de “um ano marcado por uma atividade muito relevante, ações cirúrgicas e certeiras”, disse Ana Umbelindo, sublinhando o “forte contributo à educação através da atribuição de bolsas de estudo”.
Sucede a José Luís de Sousa, Marina Baginha, que espera “dar continuidade aos projetos existentes e desenvolver novos, com o apoio e participação de todos”, afirmou a nova presidente. José Luís de Sousa, que assume agora a vice-presidência do movimento, prevê que “seja um ano à tua imagem, empreendedor, dinâmico e com muito sucesso”.
Do conselho diretor de Marina Baginha fazem ainda parte Miguel Carvalhido Ferreira (secretário), Vidal Teodoro (tesoureiro) e Mário Rodrigues (diretor de protocolo).
“A comunidade precisa cada vez mais de organizações como nós”, sublinhou Paulo Martins, reconhecendo a capacidade do clube torriense em manter a dinâmica e a rotatividade da presidência. “É um grande desafio. Nunca deixem de servir vidas e com isso criando esperança”, disse, fazendo alusão ao lema do novo ano rotário “Crie esperança no mundo”.
Jornal BADALADAS , edição de 30 de Junho
EUNICE FRANCISCO
[ eunicefrancisco@badaladas.pt ]

Jantar palestra do Rotary Club de Torres Vedras
“É crucial criar uma indústria de turismo
sustentável e responsável”

“Ética e responsabilidade social no turismo” foi o tema do último jantar com palestra promovido pelo Rotary Club de Torres Vedras, no passado dia 16, na Taberna Napoleão.
Foi orador o rotário Miguel Carvalhido Ferreira, doutorando em Turismo e assistente convidado na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (Peniche).
Para além dos companheiros rotários, marcaram presença neste convívio Dulcineia Ramos, vereadora do Turismo da Câmara Municipal de Torres Vedras, e Margarida Gregório e Rafael Miranda, alunos do 12°ano do curso profissional de Turismo, acompanhados da professora Elisa Lisboa, entre outros.
Miguel Carvalhido Ferreira falou aos rotários do impacto negativo do turismo “desenfreado” nas comunidades locais, na economia e no planeta, “que pode não estar cá amanhã para nos receber”. O orador considera que “é preciso abrandar em alguns pontos” e chamou a atenção para o “consumo excessivo e desnecessário de muitos recursos naturais”.
Com uma oferta de serviços e produtos a preços cada vez mais baratos, o mercado “passou a ideia de que o turismo cria emprego, mas muitas vezes esse emprego é precário, com horários incertos e nem sempre valorizado por quem usufrui”, alertou.
Miguel Carvalhido Ferreira considera que “é crucial criar uma indústria de turismo sustentável e responsável”. O orador alertou para os benefícios da adoção de práticas de turismo éticas e socialmente responsáveis, por parte das empresas do setor, mas também dos próprios turistas, que possam contribuir positivamente para a economia local, criar emprego e promover o desenvolvimento sustentável. Estas práticas podem reduzir os impactos negativos do turismo no ambiente, promover a utilização sustentável dos recursos naturais, a preservação cultural e o respeito pelas tradições e costumes locais, contribuindo para o bem-estar das comunidades locais.
De acordo com o orador, é crucial que os serviços e produtos turísticos estejam cada vez mais alicerçados no conceito de responsabilidade social. “As partes interessadas na indústria do turismo devem trabalhar em conjunto para promover práticas sustentáveis, apoiar as comunidades locais e minimizar os impactos negativos no meio ambiente”, concluiu, defendendo ainda “a promoção de certificações de turismo responsável”.
EUNICE FRANCISCO
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Com o apoio do Rotary Club de Torres Vedras e da Papelaria União
Associação de Pais promoveu doação de material de desenho ao Agrupamento Henriques Nogueira

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira (APEEAEHN), em Torres Vedras, está a promover uma campanha de recolha de material escolar necessário para as aulas de Educação Visual e Tecnológica (2º e 3º ciclos) e para as aulas de Desenho (Ensino Secundário).
De acordo com o agrupamento, foram recentemente identificados vários alunos carenciados, sobretudo ao nível do 2º e 3º ciclo, cujas famílias vivem com dificuldades e não têm como adquirir estes materiais, que são de desgaste rápido. Como tal, “assim que teve conhecimento da situação, a associação mobilizou-se no sentido de apelar à solidariedade de todos”, conta a APEEAEHN. Com o apoio da APEEAEHN e da Associação 4 Corações foi possível reunir para já os materiais necessários para as crianças do 5º e 6º ano, que vão ser entregues à educadora social do agrupamento, para que os faça chegar às crianças.
Segundo a APEEAEHN, também as famílias dos alunos do ensino secundário se deparam com dificuldades na aquisição de materiais para a disciplina de Desenho A. Trata-se de materiais mais dispendiosos, muitos são de utilização obrigatória, para uma disciplina que tem exame nacional. “Como pais e encarregados de educação não podemos ficar indiferentes. Sabemos que vivemos tempos difíceis, mas apelamos à solidariedade de quem puder ajudar estas crianças e estes jovens, na medida do que vos for possível, para que também eles tenham a oportunidade de ter sucesso na sua formação”, sublinha a associação. Os materiais podem ser entregues diretamente na Escola EB 2,3 do Maxial, Escola Secundária Henriques Nogueira ou na sede do jornal Badaladas.
No passado dia 2, a APEEAEHN entregou ao diretor do agrupamento, José do Vale, o material escolar necessário para os alunos de Educação Visual e Tecnológica e de Desenho, no âmbito de uma campanha de solidariedade promovida pela associação.
Esta iniciativa contou com o apoio do Rotary Club de Torres Vedras e da Papelaria União, que também se fizeram representar na entrega dos donativos.
EUNICE FRANCISCO
[ eunicefrancisco@badaladas.pt ]

Profissional do Ano e Personalidade do Ano
Joaquim Santos e Olga Neves homenageados
pelo Rotary de Torres Vedras

O Rotary Club de Torres Vedras distinguiu o empresário Joaquim Santos, administrador da Fepal, como Profissional do Ano durante um jantar festivo que teve lugar no passado dia 25, no Campo Real.
Aquela organização de profissionais homenageou ainda a artista plástica Olga Neves, como Personalidade do Ano.
Joaquim Santos nasceu em 1960, é casado com Leonilde Santos, pai de quatro filhos e avô de cinco netos. Iniciou a sua atividade profissional aos 16 anos, trabalhando nas madeiras na empresa Cruz e Faustino.
Em 1990, fundou a Fepal em sociedade com um colega, num velho e pequeno barracão alugado ao lado de casa, tendo adquirido umas velhas máquinas de produção de caixas de madeira de tara perdida. Anos depois, o empresário adquiriu as quotas do sócio e a Fepal passou a ser gerida unicamente por si e pela esposa, Leonilde Santos.
A empresa, que tinha iniciado com dois trabalhadores, foi crescendo de forma gradual e, já com o apoio dos filhos, expandiu o negócio iniciando a produção de embalagens de cartão. Em 2013 inaugurou um edifício construído de raiz na zona industrial da Fonte Grada, que conta atualmente com cerca de 100 colaboradores, numa área construída de 17 mil m2. A Fepal adquiriu entretanto uma outra empresa, a Embala na Hora, com unidades no Bombarral e em Alcobaça, hoje com 40 elementos produtivos.
O Grupo Fepal SGPS foi criado em 2020 e conta atualmente com mais de 130 colaboradores, espalhados de norte a sul do país, com unidades em Lamego, Óbidos, Torres Vedras e Algarve. O grupo é uma referência no setor, dedicando-se ao fabrico de embalagens de madeira, embalagens de cartão, paletes e palotes, para satisfazer as necessidades de empresas das áreas hortícola e frutícola.
“Eficácia, rapidez e simplicidade são as caraterísticas que fazem esta empresa crescer, sempre com grande confiança de todos”, sublinharam os rotários, que quiseram enaltecer as qualidades profissionais, mas também humanas, de Joaquim Santos, “um homem de trabalho”, agradecendo o serviço que presta à comunidade torriense, disse José Luís de Sousa, presidente do clube.
Laura Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, deu os parabéns ao clube, “por reconhecer os exemplos que vale a pena ter na nossa comunidade”. Joaquim Santos, ou o Quim da Fepal, como é mais conhecido entre os torrienses, “tem uma manifesta ligação com a comunidade”, disse a autarca. Para além disso, “é um exemplo entre os nossos empresários. Torres Vedras tem um leque imenso de empresários com muita ambição e com visão, que criam empresas de qualidade e produzem riqueza no nosso território”, salientou Laura Rodrigues.
“Não é fácil ser artista plástica no nosso país” A ceramista, escultora e ilustradora Olga Neves mostrou-se agradecida ao “carinho” dos rotários por esta homenagem “muito significativa para mim”.
Para a artista plástica torriense “é uma sorte poder fazer o trabalho que gosto e ser reconhecida por isso”, sendo certo que “viver das artes nem sempre é fácil”. Olga Neves nasceu em 1972, em Torres Vedras, é casada e tem duas filhas. Estudou cerâmica, técnica pela qual muito se interessou e que aplica tanto na azulejaria contemporânea, como na escultura.
Muito do seu trabalho cerâmico está relacionado com o concelho torriense, o seu património histórico e natural e as suas gentes. Formou-se em Artes Plásticas - Escultura, pela Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa, e recentemente fez o curso de Ilustração Científica na Faculdade de Biologia na Universidade de Aveiro. Para além de ceramista e escultora, trabalha desde há seis anos como ilustradora de obras infanto-juvenis, tendo editados cerca de 60 livros.
O seu trabalho é muito direcionado para histórias, lendas, fábulas, mitos e tradições culturais. De momento desenvolve vários projetos, sendo um deles com a escritora Ana Meireles, registando contos e fábulas da cultura europeia, nomeadamente portuguesa. Outra parte deste projeto é o registo in loco de lendas nativas do Brasil dos povos indígenas Xavantes, Guarani e Witoto com os quais tem mantido contacto nas deslocações que faz ao Brasil, com o objetivo de ilustrar as manifestações culturais de vários povos, a sua diversidade social e cultural no presente, herança de tradição oral e a forma como se cruzam os contos em diferentes pontos do mundo.
Olga Neves exerceu funções como professora durante cerca de 10 anos, estando ainda ligada ao ensino como formadora de professores na área das artes. Tem exposições individuais e coletivas regulares em galerias e museus desde 1998 em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bulgária, Finlândia, Japão, Estados Unidos da América, Canadá e Brasil.
O seu trabalho está representado em vários museus, como o Museu Britânico e a Simons Gallery, em Londres, a Galeria Medialia Rack and Hamper em Nova Yorque, Museu da Marioneta em Lisboa, bem como em diversas câmaras municipais e coleções privadas. É uma artista plástica de “qualidade e reconhecida”, afirmou a presidente do município, que há vários anos trabalha com Olga Neves, oferecendo muitas vezes obras da artista.
“Não é fácil ser artista plástica em Portugal, as limitações são muitas. Parabéns aos rotários por terem decidido fazer esta distinção”, concluiu Laura Rodrigues.
Escrito:EUNICE FRANCISCO [ eunicefrancisco@badaladas.pt ]
Jornal BADALADAS , edição de 3 de Fevereiro

Rotary Club de Torres Vedras promoveu palestra para as escolas
“Não existe saúde sem saúde mental”

Após dois anos de interregno, o Rotary Club de Torres Vedras voltou a organizar uma palestra dirigida aos jovens do ensino secundário, no passado dia 19, no auditório do Centro Pastoral de Torres Vedras.
Mais de 580 alunos das escolas secundárias Madeira Torres e Henriques Nogueira, do CENFIM e da ESCO, participaram numa discussão sobre a “Doença Mental na Adolescência”, um tema que a pandemia colocou na ordem do dia, despertando consciências para a necessidade de mais informação e sensibilização neste campo. “A saúde mental é prioritária.
Não existe saúde sem saúde mental”, afirmou Rita Amaro, médica interna de Psiquiatria da Infância e da Adolescência no Hospital Dona Estefânia.
De acordo com Sofia Vaz Pinto, também médica interna de Psiquiatria da Infância e da Adolescência no Hospital Dona Estefânia, as doenças mentais representam cerca de 50 por cento do número total de doenças entre os 12 e os 25 anos de idade e as estatísticas revelam um aumento dos problemas de saúde mental em crianças e adolescentes. Cerca de 20 por cento apresentam pelo menos uma perturbação mental antes de atingir os 18 anos e a maioria não recebe tratamento especializado, levando a doença a progredir até à vida adulta, com sérias consequências. “O mais provável é que conheçamos alguém que sofre de uma doença mental, mas nunca nos apercebemos”, disse a médica, alertando para a importância de “estar atentos a si próprio e aos outros”, nomeadamente a sinais de alerta como mudanças de humor, de comportamento, de sono e de alimentação, aumento da agressividade e da ansiedade, desânimo nas atividades extra- -curriculares e na escola.
As oradoras falaram aos jovens sobre as várias perturbações associadas à ansiedade e à depressão, entre outras, sublinhando que as áreas afetadas pelas doenças mentais são muitas, com sintomas que podem ser tanto emocionais como físicos. Mas “ter sintomas por si só não é ter a doença”, frisaram.
Nesta fase da vida, é normal os jovens sentirem pressão e ansiedade, “mas é preciso procurar ajuda técnica se for incapacitante”, alertaram. O transtorno depressivo é uma das principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes. Além da depressão ou da ansiedade, também podem sentir irritabilidade, frustração ou raiva excessivas, com mudanças rápidas e inesperadas no humor e explosões emocionais. Os comportamentos auto-lesivos são, “infelizmente cada vez mais comuns”, e podem evoluir, levando a pensamentos suicidas, sublinhou Rita Amaro.
Estas e outras doenças mentais “vão-se instalando devagar e por isso passam despercebidas durante muito tempo”, disse a psiquiatra, explicando uma vez mais que é preciso estar atento e pedir ajuda, seja através da escola, da família, de médicos ou amigos.
A oradora apelou ainda aos jovens para que ajudem a sensibilizar e a desmistificar as “ideias erradas” associadas às perturbações mentais, que impedem muita gente de procurar ajuda e levam mesmo ao abandono dos tratamentos, por vergonha. “A doença mental é uma doença como outra qualquer, portanto tem tratamento, não se cura só com força de vontade”, sublinhou a médica, referindo como podem ajudar alguém: não minimizar o que a outra pessoa está a sentir, ouvir e estar disponível, ajudar e perguntar “o que precisas?” e encorajar a pedir ajuda.
Ana Umbelino, vice-presidente da autarquia lembrou aos jovens que podem encontrar apoio no Espaço Primavera - Centro Municipal da Juventude. A autarca defendeu a importância da literacia, “fundamental para termos consciência, só a consciência nos faz agir, para procurar ou pedir ajuda”, concluiu.
EUNICE FRANCISCO [ eunicefrancisco@badaladas.pt ]
Edição de 27 de Janeiro 2023

Visita do governador do distrito rotário
Rotary festejou 43 anos

O governador do distrito rotário 1960, Vítor Cordeiro, realizou uma visita oficial ao Rotary Club de Torres Vedras no passado dia 11, que terminou com um jantar no Dolce Campo Real para assinalar o 43º aniversário da agremiação torriense e premiar os melhores alunos do último ano letivo.
Entre os vários prémios entregues, destaca- -se aquele que homenageia José Maria Antunes Júnior, antigo médico, fundador e primeiro presidente do Rotary Club de Torres Vedras, figura nacional da medicina e do desporto, que dá também o seu nome ao pavilhão da Física e ao antigo sanatório do Barro. O prémio distingue alternadamente em cada ano alunos que se distinguem na área da saúde ou um atleta, premiando as duas áreas em que José Maria Antunes se distinguiu.
Este ano calhou distinguir um atleta e o prémio foi para João Antunes, campeão nacional de hóquei em patins de sub13 pelo Sporting Clube de Torres.
Nos discursos, Patrícia Sousa, presidente do Rotaract, deu os parabéns ao Rotary e felicitou os distinguidos. Assim como, José António Correia, do Rotary Club das Caldas da Rainha, padrinho do clube torriense; e José Luís de Sousa, presidente do clube aniversariante. Ana Umbelino, vice-presidente da Câmara Municipal, felicitou o Rotary pelo papel que tem tido na sociedade torriense. O governador, Vítor Cordeiro, frisou que é um prazer visitar o clube de Torres Vedras, já foi estudante neste cidade na sua juventude. Prémios Escolares - VOG 2022: Carolina Santos Rodrigues (curso Técnico de Gestão da ESCO), média final de 19 valores, residente nos Campelos; Francisco António Lopes Rocha (curso de Técnico de Manutenção Industrial deMetalurgia e Metalomecânica do CENFIM), residente no Sobral de Monte Agraço; André Antunes Santos (Escola Secundária Madeira Torres), média final de 19,8 valores, residente em Torres Vedras; Victoria Rosca (Escola Secundária Henriques Nogueira), média final de 19,8 valores, residente em Aldeia Galega da Merceana; Leonor Araújo Mendes (curso de Ciências Socioeconómicas do Externato de Penafirme), média final de 19 valores, residente na Bombardeira, A dos Cunhados; José Emanuel Rodrigues Martins (curso Técnico de Manutenção Industrial Variante Eletromecânica da SMINFOR – Escola Profissional de Penafirme), média final de 18 valores, residente na Póvoa de Penafirme; Ana Luísa Silva Carreira Esteves (Escola Profissional Agrícola de Runa), média final de 17,7 valores, residente em Calvos, Milharado; Tomás Vieira da Cunha Brôco (Escola Internacional de Torres Vedras), média final de 20 valores, residente em Torres Vedras.
Escrito por : JOAQUIM RIBEIRO
Jornal BADALADAS, edição de 28 de Outubro
Física e Rotaract: plantando vitórias

Este ano a Associação de Educação Física e Desportiva de Torres Vedras foi desafiada pelo Rotaract a integrar o projeto “Plantando Vitórias” - Uma iniciativa criada pelo Rotaract Club de Torres Vedras, que tem como base a sustentabilidade ambiental e a promoção desportiva na cidade.
O desafio proposto à Física indica que por cada vitória das suas equipas seniores de basquetebol (masculina e feminina) e hóquei em patins (A e B) será plantada uma árvore, número esse que será igualado pelo Rotaract. Assim, cada vitória da Física vale duas árvores.
O projeto, que já se encontra em vigor, irá decorrer durante toda a época desportiva e será válido para todos os jogos oficiais. A plantação das árvores será feita no concelho e está previsto o anúncio da mesma durante o primeiro semestre de 2023.
O Rotaract de Torres Vedras marca presença na cidade desde 2014, onde tem como principal objetivo o apoio à comunidade em que se insere.
Editado pelo Jornal BADALADAS
Edição de 28 de Outubro

Rotary doou dois eletrocardiógrafos
ao hospital de Torres Vedras

No passado dia 14, decorreu a entrega formal de dois eletrocardiógrafos, na Unidade de Torres Vedras do Centro Hospitalar do Oeste por parte do Rotary Club de Torres Vedras
Com a presença da presidente do conselho de administração do CHO, Elsa Baião, a entrega foi efetuada pelo presidente do Rotary Clube de Torres Vedras, José Luís de Sousa, e restante comitiva. Contou ainda com a presença de membros do conselho de administração, e do mentor do projeto de aquisição destes dispositivos, Pedro Avelar, assim como do diretor da Urgência da Unidade de Torres Vedras, Wildemar Costa.
De referir que a aquisição destes aparelhos está inserida num projeto de saúde do Rotary Club de Torres Vedras e da Fundação Rotária Portuguesa, que tem como objetivo dotar o hospital de Torres Vedras de condições e serviços de excelência e tecnologicamente avançadas.
Estes aparelhos vão ser alocados aos serviços de urgência geral e pediátrica de Torres Vedras. Dadas as suas caraterísticas tecnologicamente mais modernas, são uma mais valia na realização mais célere de diagnósticos, de forma mais segura e ágil, constituindo-se como um importante contributo na atividade assistencial nesta unidade hospitalar.
Jornal Badaladas, Edição 29 de Julho

Na presidência do Rotary Club e Rotaract de Torres Vedras
Pai e filha tomam conta
dos destinos rotários

Foi na noite do passado dia 5, durante a realização dum jantar para a transmissão de tarefas, que José Luís de Sousa e a sua filha Patrícia Sousa assumiram as presidências, respetivamente, do Rotary Club e do Rotaract Club de Torres Vedras. Ele depois de há já quatro anos ter desempenhado idêntico cargo (mandato de 2018/2019) e ela agora, uma vez que acabava de entrar nos quadros do Rotaract ao ser emblemada para o efeito naquela mesma noite.
O pai é um reconhecido empresário na praça torriense da área de construção civil e ela licenciada e pós-graduada em História da Arte. Ao ato marcou presença a presidente da Câmara Municipal, Laura Rodrigues, que atribuiu uma bolsa de estudo a uma jovem angolana estagiária.
José Luís de Sousa sucede no cargo a Mário Rodrigues, que considerou o seu mandato “muito interessante, pois o calendário foi cumprido”, apesar das condicionantes da pandemia de Covid-19 que o mundo, o país e o concelho atravessam. O presidente cessante lembrou que o movimento rotário existe para “fazer o bem” e deixar o mundo “um pouco melhor”. Entretanto, depois de deixar um agradecimento público à sua família, pois “sem ela não é possível haver também Rotary”, o ex- -dirigente lançou um apelo de “espírito de serviço” aos seus companheiros rotários mais jovens, porque “o futuro está nas vossas mãos”.
Por seu lado o presidente entrante, que é o 43º a assumir o cargo no Rotary Club de Torres Vedras ao longo da sua existência, agradeceu também à esposa o apoio que lhe tem prestado em todas as iniciativas públicas que assume publicamente. José Luís de Sousa reiterou depois que irá prosseguir o programa de rastreios nas escolas, melhorar a imagem do clube e aumentar e reforçar o quadro de aderentes, entre outros desafios, a exemplo do que já havia implementado no seu primeiro mandato.
Estiveram presentes no jantar representantes de clubes congéneres das Caldas da Rainha (clube padrinho de Torres Vedras), Lisboa- -Centro, Benedita/Alcobaça e Bombarral.
Jornal Badaladas, Edição de 15 de julho
Escrito por Fernando Miguel
Rotary International
Rotary Torres Vedras
Apresentação nos 30 anos do Clube
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